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Blog da DINOSFERA


Impacto de peso no Paraná

06/08/07

 

Quando a gente estuda a história do nosso planeta observa que em alguns momentos a Terra foi atingida por muitos meteoros que acabaram causando muitas crateras na superfície. Por exemplo, a bela Cratera do Meteoro, no estado americano do Arizona, tem cerca de 190 m de profundidade por 1,25 km de diâmetro, tendo sido originada há 50 mil anos por um asteróide de 40 m de largura. Por outro lado, é raro ouvir que nosso país tenha uma cratera dessa natureza. Pois agora não só tem como pode ser visitada.

 

O estado do Paraná passou a incluir em seu roteiro turístico uma cratera de quase 10 km de diâmetro, formada pelo impacto de um meteorito há quase 120 milhões de anos. Está localizada no bairro de Vista Alegre do município de Coronel Vivida. Ela é conhecida desde 2004 e é chamada de Cratera de Vista Alegre, hoje um sítio geológico dedicado ao turismo e divulgação da ciência. Essa atração conta com painéis ilustrativos e explicativos sobre sua formação e um mirante com 120 m de altura na borda mais íngreme da cratera, de onde se consegue ver toda sua extensão.

 

Segundo os geólogos a Cratera de Vista Alegre é a quinta descoberta no país, sendo as outras: Domo do Araguainha, com 40 km, entre Mato Grosso e Goiás; Riachão (MA), com 4,5 km; Domo do Vargeão (SC) e Serra da Cangalha (TO), ambas com 12 km. Já no planeta são cerca de 170 já identificadas. É verdade que esse número não é muito grande, mas temos que considerar que algumas estão cobertas por água no fundo dos oceanos e outras podem ter sido desgastadas ou mascaradas pela ação da própria natureza ao longo dos anos, dificultando seu reconhecimento.

 

Agora dados assustadores: Para causar uma cratera como a de Vista Alegre, seria necessário um impacto equivalente a mais de 300 mil bombas de Hiroshima, ou seja,

um impacto com grande liberação de energia.

 

E aí? Gostou? Que tal fazer esse “turismo de impacto” nas próximas férias???

 

Equipe DINOSFERA



Escrito por Dinosfera- Fernanda e Luiz às 09h31
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Uma revisão na origem das aves

05/08/07

 

Já falamos aqui no blog sobre alguns estudos que pretendem discutir a origem das aves. Uma delas falava sobre um pequeno dinossauro chamado Microraptor gui, que tinha quatro asas e provavelmente tinha a capacidade de planar durante o vôo.

 

Recentemente, mais uma peça desse imenso e intrigante quebra-cabeça foi revisada, trazendo informações importantes. Embora seja uma espécie bastante conhecida e estudada, o famoso fóssil de Archaeopteryx lithographica, ou seja, um dinossauro que se parecia com um pássaro, foi reexaminado. E escolheram justamente o primeiro fóssil encontrado dessa espécie e que está na Alemanha desde 1861.

 

Depois de ter sua anatomia e morfologia funcional reinterpretada, as conclusões levam a crer que esse animal não era capaz de levantar vôo sizinho a partir do chão.

Provavelmente o vôo para o Archaeopteryx lithographica só era possível a partir do alto das árvores. Ou seja, deslocava-se como se fosse um planador.

 

Fato curioso é que ficou confirmada uma idéia já bem antiga, de que esses animais teriam asas rudimentares além das principais. De fato o Archaeopteryx lithographica tinha quatro asas, assim como algumas outras espécies parecidas encontradas mais recentemente.

 

E para quem gostaria de ver como as aves primitivas teriam iniciado seu caminho ao vôo completo e seguro, aqui vão duas dicas de vídeos sobre o assunto.

 

http://br.youtube.com/watch?v=MNxt_-f9dmw

http://br.youtube.com/watch?v=BxDQlCmFcdM

 

Aguardem as cenas dos próximos capítulos...

 

Equipe DINOSFERA



Escrito por Dinosfera- Fernanda e Luiz às 16h10
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