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Blog da DINOSFERA


ATENÇÃO!!! Mais diversão e cultura nas aulas de Ciências

 

A DINOSFERA – Aventura Paleontológica está oferecendo mais diversão, entretenimento e cultura para as crianças ao longo do ano...

 

Atendemos escolas que queiram proporcionar às crianças momentos inesquecíveis ao lado de Dinossauros.

 

Vale a pena lembrar... a DINOSFERA vai até você com seus profissionais e com seu material exclusivo. É conveniência para você que quer ver as crianças aprenderem brincando.

 

Entre em contato conosco por telefone ou pelo e-mail.

 

Equipe DINOSFERA



Escrito por Dinosfera- Fernanda e Luiz às 10h26
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DNA para conhecer a evolução do homem

24/08/07

 

Sempre quando ouvimos falar em evolução do homem, seus ancestrais ou homens das cavernas ouvimos falar do homem de Neandertal. Esse é, sem dúvida um dos nossos ancestrais mias famosos e teriam, inclusive vivido lado a lado com nossos ancestrais mais próximos, ou seja, os primeiros homens modernos a existirem.

 

Recentemente, restos de DNA com idade de cerca de 100 mil anos revelaram aos cientistas que os neandertais eram mais diversificados do que se pensava antes, sobretudo nos momentos iniciais após a origem da espécie. O homem de Neandertal recebe o nome científico de Homo neanderthalensis, enquanto nós somos Homo sapiens. Esse nosso antepassado viveu na região que hoje é a Europa e oeste da Ásia entre 230 mil anos e 29 mil anos atrás, numa época conhecida como Paleolítico Superior. Eles foram os únicos representantes do gênero Homo na Europa na maior parte dos últimos 300 mil anos e desapareceram há aproximadamente 30 mil anos, logo após a chegada do homem moderno ao continente.

 

O DNA analisado era do tipo miticondrial (encontrado nas mitocôndrias, pequenos componentes de nossas células) e foi extraído de uma mandíbula com cerca de 100 mil anos pertencente a uma criança entre 10-12 anos de idade, encontrada na região da Bélgica. Esse DNA confirmou que havia grande diferença entre os primeiros homens de Neandertal que surgiram e os que vieram mais tarde. Além disso, mostrou também que o homem de Neandertal e o homem moderno são parentes distantes.

 

Equipe DINOSFERA



Escrito por Dinosfera- Fernanda e Luiz às 10h26
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As patas da cobra

23/08/07

 

Um fóssil de uma serpente, encontrado na Patagônia Argentina em 2003, tem contribuído com novas informações sobre a origem desses répteis. Trata-se do fóssil mais antigo de cobras descoberto até agora e, ao que tudo indica, sugere que a origem das serpentes foi mesmo em terra firme. Essa questão (da origem das serpentes) é bastante debatida no meio científico, uma vez que muitos pesquisadores defendem uma origem marinha para esses animais.

 

De acordo com a nova descoberta, que conta com a participação de um pesquisador brasileiro, fica preenchido um espaço que existia no conhecimento sobre a escala evolutiva desse grupo de vertebrados, ou seja, mais um elemento dessa história evolutiva foi descoberto. O fóssil em questão tem aproximadamente 70 cm de comprimento e apresenta patas posteriores que medem entre 1,5 e 2 cm. Outros fósseis da mesma localidade podem pertencer à mesma espécie e sugerem tamanhos ainda maiores para esses bichos, com cerca de 1 metro.

 

A nova espécie foi chamada de Najash rionegrina e sua idade aproximada é de 90 milhões de anos, em pleno Período Cretáceo da Era Mesozóica. Contudo, de acordo com a teoria da origem terrestre das cobras, tudo teria começado há cerca de 140 milhões de anos em terra firme, sendo que no início todas as espécies tinham um par de patas anterior e um posterior, assim como ocorre nos lagartos até hoje. Com o tempo os membros anteriores desapareceram e mais tarde foi a vez de sumirem os membros posteriores. A espécie argentina é a mais antiga encontrada até o momento e mostra justamente essa fase da evolução em que as cobras ainda tinham as patas traseiras.

 

A procura por fósseis de serpentes mais antigos ainda continua... só assim o mistério de sua evolução pode ser compreendido.

 

Equipe DINOSFERA



Escrito por Dinosfera- Fernanda e Luiz às 11h12
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Campeão de velocidade

22/08/07

 

Quem conhece um pouco sobre dinossauros sabe que esses incríveis animais podiam ser de vários tamanhos, desde gigantes de 60 metros de comprimento até pequenos animais do tamanho de uma galinha. Pois é justamente um dinossauro pequeno, do tamanho de um gato doméstico, que está chamando a atenção da Ciência. Isso porque ele teria sido o animal mais rápido sobre duas patas que já existiu.

 

Esse dinossauro viveu há 150 milhões de anos e foi batizado de Compsognathus longipes. Parecido com um lagarto, tendo o tamanho de um gato, esse dino pesava cerca de 3 quilos e poderia chegar a 64 km/h de velocidade. Essa velocidade foi estimada através de programas de computador e, se realmente foi verdade, era mais rápido do que os avestruzes, campeão atual de velocidade em duas patas e que corre a pouco mais de 55 km/h.

 

Sendo assim, o compsognato superaria todos os outros dinossauros, inclusive aquele que tem velocidade até no nome, ou seja, o Velociraptor. Junto com o compsognato foram analisados, ainda, o esqueleto de mais 4 dinos e avaliadas suas possíveis velocidades. Entre compsognatus, velociraptor, tiranossauro, dilofossauro e alossauro o que se saiu melhor foi realmente o compsognatus. Embora alguns cientistas acreditem que o tiranossauro nem conseguia correr, esse estudo mostrou que ele poderia chegar a cerca de 29km/h.

 

Portanto, se você encontrar algum desses dinossauros por aí não invente de apostar corrida com eles...

 

Equipe DINOSFERA



Escrito por Dinosfera- Fernanda e Luiz às 09h55
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Elo perdido, mas nem tanto

20/08/07

 

A evolução dos organismos pode ser estudada de diferentes formas, e uma delas é com o auxílio da Paleontologia. Ao estudarmos a evolução de um animal ou planta sempre esperamos encontrar aquele exemplar que apresente tanto características do ancestral quanto do descendente. É o chamado Elo Perdido. Pois desta vez pesquisadores encontraram um animal que eles mesmos chamaram de peixápode.

 

O esqueleto encontrado tem, vejam só vocês, 375 milhões de anos sendo portanto da Era Paleozóica. Após seu exame detalhado revelou nadadeiras, ou seja, estruturas relacionadas à vida aquática, mas também membros que, embora desajeitados, eram apropriados para uma vida terrestre. Ah, sem falar na cabeça (com aproximadamente 20 cm) que era muito parecida com a de um crocodilo e seu pescoço, costelas e membros parecidos com os de outros répteis. Estamos falando do Tiktaalik roseae, que pareci um peixe e um réptil ao mesmo tempo.

 

Pois esse animal está sendo considerado um importante elo perdido. Justamente aquele que representaria a conquista do ambiente terrestre pelos vertebrados e o início da evolução do um importante grupo dos tetrápodes, ou seja, animais vertebrados com 4 patas ou membros. Pelo local e rochas associadas ao fóssil os cientistas acreditam que ele teria vivido em um clima subtropical e em águas rasas. Outro detalhe que não fugiu aos olhos dos pesquisadores foi que o esqueleto revelou a provável existência de um ouvido, demonstrando que durante a evolução essa estrutura teria surgido nos tetrápodas.

 

Segundo os cientistas responsáveis pela descoberta, o fóssil tem tudo para ser tão famoso e importante quanto o mundialmente conhecido Archaeopteryx, que representaria o elo perdido relacionado aos animais voadores.

 

Equipe DINOSFERA



Escrito por Dinosfera- Fernanda e Luiz às 09h25
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